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Burla Tailandesa: Cabecilha do grupo condenado a sete anos de cadeia

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Norberto Garcia, ex-director da extinta Unidade Técnica para Investimento Privado (UTIP), foi absolvido pelo Supremo no julgamento do caso que ficou conhecido como “megaburla tailandesa”, enquanto o cabecilha do grupo acusado de tentar burlar o Estado angolano em 50 mil milhões de dólares norte-americanos, Raveeroj Rithchoteanan, de 50 anos, foi condenado a sete anos de cadeia. Para Celeste de Brito, o colectivo de juízes determinou uma pena de dois anos de cadeia efectiva.

O Tribunal Supremo deu também como comprovada a falsidade do cheque de 50 mil milhões de dólares, elemento central de todo este processo, em tribunal desde 17 de Janeiro.

Deu ainda como provado que a assinatura do vice-Presidente, Bornito de Sousa, inscrita na carta endereçada por Celeste de Brito aos supostos investidores tailandeses acusados de tentar burlar o Estado angolano, foi falsificada.

Além de Norberto Garcia, foram igualmente absolvidos o canandiano André Louis Roy, e o cidadão eritreu Million Isaac Haile .

Christian Âlbano de Lemos, efectivo da Polícia Nacional, de 49 anos, foi condenado a sete meses de prisão.

Os tailandeses Monthita Pribwai, de 28 anos, esposa do cabecilha do grupo, Raveeroj Rithchoteanan, Manin Wantchanon, de 25 anos, e Therra Buapeng, de 29 anos, foram condenados a três anos de prisão.

Os advogados de defesa não manifestaram, para já, qualquer intenção de interpor recurso.

 

Fonte: Angonotícias

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