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Centro “Princesa Diana” aumenta a capacidade

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O Centro de Medicina Física e de Reabilitação “Princesa Diana”, na província do Huambo, vai atender mais de duzentos pacientes, contra os 25 anteriormente, em consequência das benfeitorias feitas no edifício e apetrechamentos, o que permitiu incluir outras áreas de serviço, nomeadamente Banco de Urgência, Electromedicina, Fisiatria, Cardio-pneumologia, Psicologia Clínica e Fisioterapia.

A informação foi avançada na sexta-feira, na cidade do Huambo pelo secretário de Estado da Saúde para a Área Hospitalar, quando apresentava ao Príncipe Harry Charles as valências dos serviços que vão estar à disposição dos pacientes, não só da região como também os das províncias de Benguela, Bié, Cuando Cubango, Cuanza-Sul e Huíla.

Leonardo Inocêncio sublinhou que na área de Fisioterapia estão incluídas as especialidades de Massoterapia, Electroterapia, Hidromassagem, Parafina, Termoterapia e Ortoprotésia, para tratar os pacientes vítimas de minas, acidentes de viação e outras alterações psicomotoras.

O centro vai triplicar a produção do número de próteses, passando de 12, diariamente, para 36, o que, disse, “aumenta a capacidade de resposta”, visando atender os mais de 1.282 pacientes que são acompanhados pela instituição, visto que alguns moldes especiais de próteses somente são produzidos no “Centro Princesa Diana”.

O Príncipe Harry manteve, durante a visita ao centro, uma breve conversa com Justina César, 37 anos, que teve a oportunidade de conhecer, em 1997, a Princesa Diana, tendo esta encorajado, através de uma missiva, o Duque de Sussex a prosseguir os esforços de combate às minas terrestres.

Localizado na zona da Bomba Alta, o Centro de Medicina Física e Reabilitação “Princesa Diana”, foi construído, em 1979, pela Cruz Vermelha de Angola, em parceria com a Cruz Vermelha Internacional.

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