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Cultura apontada como instrumento de paz e unidade

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De acordo com a governante, que falava sobre o Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz-Bienal de Luanda, a ter lugar em Setembro deste ano, em Angola, o evento servirá para se promover o diálogo, a amizade e a abertura de oportunidades para a promoção da paz como meio de desenvolvimento sustentável.

Carolina Cerqueira adiantou que se pretende também mostrar a vontades e esforços dos países africanos para se dirimir conflitos, através do diálogo profícuo e da cultura de paz.

A Bienal de Luanda, disse Carolina Cerqueira, será um palco aberto de exibição de artes, folclore, gastronomia e de novas tecnologias, para que os outros continentes sintam o palpitar da vontade africana em acompanhar o desenvolvimento mundial e, sobretudo, reforçar a cooperação internacional.

Numa co-organização do Governo angolano, Organização das Nações Unidas para a Ciência, Educação e Cultura (UNESCO), o evento pretende envolver os países africanos numa corrente destinada à promoção de uma cultura de paz.

Com a Bienal de Luanda, Angola quer promover também a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais, artistas e desportistas.

Em cinco dias de actividades, Luanda será transformada num espaço de intercâmbio e de promoção da cultura africana, envolvendo individualidades ligadas às artes, política, sociedade, entre outros.

A bienal visa ainda a criação de um movimento africano que, possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

O programa do evento incluirá discussões em torno do papel da juventude no combate à corrupção e a protecção da mulher contra a violência doméstica, a resolução de conflitos, bem como os desafios para o reforço  do diálogo e da amizade entre os povos.

A realização  em Angola prova a vontade política do governo em estabelecer uma cooperação  cada vez mais estreita  com a Unesco com vista a promoção  de uma verdadeira cultura de paz em África e representa o reconhecimento do exemplo de Angola no fortalecimento da Paz e da reconciliação nacional.

 

 

Fonte: Angop

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