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Didier Drogba e Prémio Nobel da Paz Denis Mukwege promovem paz entre os povos em Angola

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Angola acolhe a primeira edição da Bienal de Luanda – Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, em Luanda, de 18 a 22 de Setembro de 2019, um evento que visa enaltecer os valores da paz e da cidadania e materializar a aliança de povos em torno da cultura da paz.

Sob o lema “Construir e preservar a paz: um movimento de vários actores” a Bienal engaja o Estado Angolano, a UNESCO e a União Africana numa parceria que responde à Decisão n.º 558/18 de 2015, dos Chefes de Estado e de Governo da União Africana que, alinhado com a estratégia operacional da UNESCO, designada como “Prioridade África”, visa a implementação de um plano de acção a favor de uma cultura de paz no continente africano.

Música, moda, gastronomia, artes plásticas, visuais e cénicas, bem como artesanato vão preencher os cinco dias da Bienal de Luanda – Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, a ter lugar no Museu de História Militar, em Luanda.

Além da vertente cultural, o evento tem ainda em agenda os fóruns da Juventude, da Mulher, de Parceiros e Ideias. Trata-se de plataformas de reflexão sobre o futuro de África, com abordagens focadas sobre a educação, ciência, cultura ao serviço da cultura de paz em África, prevenção de conflitos e o papel da mídia na promoção da paz.

Com o evento tripartido (Angola, União Africana e UNESCO), o país quer promover também a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas. Estão já confirmadas a presenças de figuras internacionais com destaque do ex futebolista Didier Drogba, que se destacou no Chelsea da Inglaterra, e do prémio Nobel da Paz 2018, o medico Denis Mukwege .

O Fórum Pan-Africano para a Cultura da Paz enquadra-se na Resolução n.º 1624 das Nações Unidas sobre a Aliança das Civilizações, sendo uma oportunidade sublime para demonstrar que é possível aproximar cidadãos africanos por uma cultura de paz; afastar os ódios entre Nações, tribos e grupos; encontrar pontos comuns nos seus traços culturais e esbater ódios e quaisquer outros estereótipos, principalmente entre as gerações mais jovens.

Fonte: Platina Line

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