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EPAL desmente vídeo das redes sociais sobre má qualidade de água

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A Empresa Pública de Águas (EPAL) desmentiu, esta sexta-feira, o vídeo que está a circular nas redes sociais desde o dia 08 de Outubro sobre a suposta má qualidade de água, alegando que todo processo de água é testado em laboratório.

Segundo uma nota de imprensa da EPAL, chegada à Angop, a empresa de águas esclarece que a água além de passar por um processo de tratamento convencional em que cada etapa é testada e desinfectada antes da sua distribuição, a saída das estações e dos centros de distribuição cumprem com as normas de potabilidade estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A EPAL refere ainda que a afirmação veiculada pelo cidadão no vídeo demonstra falta de conhecimento sobre o que é a qualidade de uma água para o consumo humano, porque as partículas presentes na água são essencial para saúde, como o ferro, cálcio, potássio e o magnésio.

Por outro lado, explica que das inúmeras normas internacionais não se encontram definidos os limites em ppm’s dos sólidos totais dissolvidos, sendo assim, a norma africana estabelece o parâmetro de 1200 ppm e a norma brasileira 1000 ppm.

O vídeo em referência revela que o valor encontrado na água da rede é de 49 ppm que afirma ser excessivo, mencionando que o valor acima de 50 ppm é considerado de água péssima, sem referenciar em que norma baseou-se para chegar a tal conclusão.

A nota acrescenta também que a EPAL faz parte da comissão inter-ministerial e técnica de prevenção contra a cólera, em que dá a sua contribuição e sublinha que desde o surgimento do surto da cólera nunca foi identificado o vibrião colérico no sistema de tratamento público pelas autoridades sanitárias.

 

FONTE: Tpa

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