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Imprensa privada cabo-verdiana pede regulamentação do sector

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Os órgãos privados de comunicação social em Cabo Verde dizem enfrentar problemas sérios que podem colocar em causa a sua sustentabilidade do sector que já viu jornais desaparecer.

Agora, sob uma associação eles afirmam-se engajados na criação de condições para que possam continuar a contribuir para a informação e formação do público.

Entretanto, para tal, os médias privados esperam do Estado a implementação de medidas claras de regulação do sector e mais incentivos de forma a que os meios privados consigam subsistir e desempenhar o seu papel em todo o território nacional.

Eles aguardam também uma definição do mercado publicitário, no qual, agora, os órgãos privados competem com a imprensa pública que, além de estar presente em todo o território e ter mais meios, ainda beneficia da taxa paga pelos contribuintes.

Fernando Orteh, director geral do jornal A Nação e presidente da Associação dos Médias Privados, Carlos Santos, presidente da Associação Sindical dos Jornalistas Cabo-verdianos (AJOC), e Bernardo Motta, professor da Universidade Sul da Florida, Bernardo Motta, analisam o tema nesta edição de Agenda Africana.

Fonte: Voa

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