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Notas do Kwanza deixam de ser de papel e passam a ser de plástico

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As notas do Kwanza vão deixar de ser papel, feito de algodão, e passam a ser de polímero, uma espécie de plástico, já usadas em países como Brasil, Uruguai, Nova-Zelândia ou Escócia.

O País gasta, em média, 30 milhões USD por ano para o saneamento do meio circulante ou substituição de notas degradas em circulação. O BNA pretende reduzir este custo com a introdução de nova família do Kwanza que prevê também novos elementos de segurança, segundo fez saber o Governador do BNA, José de Lima Massano.

“Neste momento, o saneamento do meio circulante, que é tirar em circulação notas que já estão degradadas, em média, em moeda estrangeira, nós consumimos cerca de 30 milhões de USD por ano, por isso, o que estamos a fazer é trazer um novo substrato que tem uma duração média quatro vezes superior ao que temos hoje. Significa que o custo com a produção de notas vai reduzir. Ou seja, vamos trazer novos elementos de segurança e menos custos”, garantiu José de Lima Massano na conferência de imprensa em que anunciou a liberalização da taxa de câmbio formal.

Massano fez saber que o BNA não vai fazer uma operação de troca da moeda, e sim introduzir uma nova família, o que significa que a família mais antiga será descontinuada.

“Teremos uma nova família com novos elementos de segurança. Esta série traz muitas novidades e uma delas é o substrato. As notas que usamos hoje, as chamadas notas de papel, serão substituídas por novas notas chamadas de polímero, uma espécie de um plástico. Há um trabalho a ser desenvolvido com os bancos comerciais porque as máquinas também terão que ser ajustadas ao novo substrato”, avançou o governante.

Recordou ainda que as instituições internacionais que tratam da segurança de notas, incluindo a Interpol, recomendam que as características de segurança da moeda de qualquer país devem ser revistas em intervalos médios de 7 anos. “Ou seja, de 7 em 7 anos, entende-se que é o período em que a contrafacção ganha força. Do mesmo modo que a técnica de produção de notas vai melhorando, a técnica de contrafacção também”, esclareceu José de Lima Massano.

Fonte: Angonotícias

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