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“Operação Resgate” regressa em força

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Depois de um breve interregno, por causa da Quadra Festiva, a Polícia Nacional volta a incrementar, a nível de todo o país, as acções em torno da “Operação Resgate”, deu a conhecer ontem, em Luanda, o comandante geral da corporação, Paulo de Almeida.

O comissário-geral, Paulo de Almeida, que falava durante a abertura do Conselho Consultivo da Polícia Nacional, reconheceu algumas insuficiências, erros e dificuldades dos  seus efectivos durante o ano de 2018. Paulo de Almeida assumiu a responsabilidade das insuficiências cometidas pela corporação, mas chamou a atenção para a necessidade de “corrigir muitas coisas más”, acrescentando que o mais importante foi conseguir  conter e reduzir as tendências ascendentes do crime em Angola.
Para o presente ano, o comandante-geral disse que a Polícia Nacional pretende focar a sua atenção na unidade e disciplina dos seus efectivos, na formação do pessoal a todos os níveis, na revisão e actualização do modelo de policiamento, como nas zonas urbanas, periféricas e suburbanas.

Neste ano, o  Ministério do Interior vai também focalizar a sua atenção na reorganização, funcionamento e atendimento nas esquadras e postos policiais, na protecção e defesa do pessoal que, no exercício da sua função de manter a ordem e tranquilidade públicas, põem em risco a sua vida e carreira profissional. Paulo de Almeida destacou a valorização dos quadros e a proximidade do cidadão, como sendo uma das prioridades.
“Precisamos melhorar a nossa estrutura funcional para  sermos mais eficientes,  e definir bem o nosso papel”,  disse o comandante-geral da PN, para quem os actuais instrumentos  jurídicos que regem a actividade da corporação  “já não dão respostas às nossas preocupações”.

Fonte: Jornal de Angola

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