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Reserva alimentar deve incentivar a produção nacional

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O Estado, dentro da sua visão de criar este ano uma reserva estratégica alimentar, deve dinamizar mais a actividade agro-pecuária, reforçando as suas políticas de apoio aos produtores familiares ou empresariais.

O ponto de vista foi defendido hoje pelo director do gabinete provincial da Agricultura, Pescas e Desenvolvimento Florestal do Huambo, Abrantes Carlos, em declarações à Angop, tendo referido que reserva nacional alimentar deve incentivar a produção agro-pecuária no país.

Sem incentivo à produção nacional, segundo Abrantes Carlos, corre-se o risco de se criar uma reserva alimentar com recurso à importação de alimentos, o que não será benéfico para o Estado, pois continuará a entregar dinheiro para os outros países.

“Com os recursos disponíveis para a criação da reserva alimentar, uma competência do Ministério do Comércio, temos que reforçar as políticas de dinamização da produção agro-pecuária nacional”, defendeu.

Para o director da Agricultura, Pescas e Desenvolvimento Florestal na província do Huambo, incluir a produção nacional da estratégia de criação da reserva alimentar do país é, também, um incentivo que o Estado vai criar para desenvolver estes dois importantes sectores da economia (agricultura e pecuária)

Afirmou que a aprovação, recentemente, do preço de referência para a venda do milho e do feijão, pelo Conselho de Ministros, é o momento oportuno para o se criar políticas para absorver os produtos dos campos, visando a garantia da segurança alimentar.

 

Fonte: Jornal o Mercado

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