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«Não vou durar para sempre mas sinto-me com forças para continuar a ganhar»

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«Precisava de uma motivação extra.» É desta forma que Cristiano Ronaldo justifica a decisão de colocar um ponto final na longa e bem-sucedida ligação ao Real Madrid para representar a Juventus. Aos 34 anos, o internacional português mantém intacta a ambição que o carateriza. O objetivo é o mesmo de sempre: continuar a somar títulos, individuais e coletivos.

«Mudei um pouco no ano passado porque deixei o Real Madrid, precisava de uma motivação extra na minha carreira depois de ganhar o que ganhei no Real Madrid. Necessitava de uma mudança para poder expressar o meu futebol, porque acredito que ainda tenho muito para oferecer: a mim, aos adeptos, à Juventus. Ainda me sinto motivado e gosto do que faço. Claro que o que mais gosto é ganhar títulos. Na última época, graças a Deus, foram três: Taça, Liga e Liga das Nações com Portugal. Foi um ano top», congratulou-se CR7, em entrevista ao diário Marca.

E haverá no museu que tem no Funchal espaço para mais troféus?

«O museu está muito bem, se não houver espaço faremos obras para que entrem mais. Não podemos recusar troféu algum; uns são mais importantes que outros mas temos espaço para todos. Bola de Ouro, melhor jogador, melhor marcador, Pichichi, não importa. Como costumo dizer aos meus amigos, um troféu é um troféu…», salientou.

O final de carreira será uma inevitabilidade. Mas, acredita Ronaldo, ainda vem longe. Muito longe. O próprio, de resto, definiu como meta os 40 anos de idade. Está nos 34.

«Não é algo que me preocupe, vai depender muito de como me sinta, da minha motivação, porque fisicamente nunca irá ser um problema. Bem, entre aspas. Para jogar até aos 40 anos temos de tratar-nos bem e creio, sinceramente, que esse não será o fator mais importante. É mais o lado psicológico que vai fazer a diferença», apontou Ronaldo, consciente de que, na vida, «tudo tem um princípio e um fim.»

«O Cristiano não vai durar para sempre, mas ainda me sinto com forças para continuar a ganhar coisas importantes», afiançou.

Fonte: A Bola

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