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Refrescamento do executivo

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Teve sexta-feira lugar a passação de pastas da remodelação governamental efectuada pelo Presidente Joao Lourenço,que subsituiu os governadores de Cabinda e Kuando-Kubango e os ministros da Economia e Planeamento, da Agricultura e Florestas e do Interior. Segundo o chefe de estado angolano trata-se de “um ligeiro refrescamento” para dar outro dinamismo ao executivo.

De acordo com o Presidente João Lourenço, esta remodelação governamental tem como objectivo redinamizar e refrescar o executivo angolano. No discurso de tomada de posse dos novos ministros da

, da Agricultura e Florestas e do Interior, assim como dos governadores das províncias de Cabinda e de Kuando-Kubango, João Lourenço sublinhou que para além da necessidade de imprimir uma nova dinâmica ao seu governo, o que ele qualificou de refrescamento do executivo, a meta é, melhor servir a população angolana.

Eugénio Laborinho, ex-governador de Cabinda, que substitui Angelo da Veiga Tavares na pasta do Ministério do Interior destacou que uma das suas prioridades será o combate à criminalidade, ao tráfico de drogas e aos barões da droga. Laborinho realçou também a necessidade de reorganizar os serviços prisionais, de forma a dar-lhes uma maior coerência de funcionamento. O novo ministro da Economia e Planeamento, Manuel Costa sublinhou que a situação económica e financeira de Angola não era das melhores. Costa reconheceu a necessidade de dar um novo dinamismo aos programas de relançamento da economia angolana, designadamente o Prodesi ( Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações ). Segundo ele, somente a eficácia na implementação das novas metas económicas poderá tirar o país da recessão e criar uma nova geração de empregos.

No âmbito da nova remodelação governamental angolana foram igualmente empossados, António Francisco de Assis na pasta da Agricultura e Florestas, assim como Marcos Nhunga e Júlio Bessa, respectivamente para governadores das províncias de Cabinda e de Kuando-Kubango.

Fonte: Angonotícias

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